Temática – Como atualizar a Democracia e os sistemas políticos para a era da internet.
   Luiz  André Medeiros  │     13 de agosto de 2015   │     0:43  │  0

 

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Análises de temas sobre a temática apresentada

  • A Reforma Política contemporânea deve abrir espaço para as minorias.
  • Onde está a reforma, se o sistema político se mantém fechado?
  • A construção transparente e colaborativa tem lado?
  • É preciso repensar as plataformas de consulta da democracia?
  1. O que é a introdução? Como construir sua visão universalista.

Como Fazer?

O objetivo desse enfoque é utilizar essas visões ao longo da redação para garantir argumentos de autoridade ao seu texto – o Saber em Debate orienta seus alunos da seguinte maneira:

  • Dar início ao texto na introdução – colocando a Visão Universalista no 1º período da introdução.
  • Colocar no 1º período do Desenvolvimento – no período inicial do primeiro parágrafo de desenvolvimento como garantia de alcançar os 200 pontos de competência 3, além de estabelecer uma excelente coesão com o parágrafo de introdução.
  1. Construindo sua visão universalista

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Filosofia-Política

O conceito grego de política como esfera de realização do Bem Comum tornou-se clássico e permanente até nossos dias, mesmo que seja como um ideal a ser alcançado. Por sua vez, o conceito moderno de política está estritamente ligado ao de poder.

 Filosofia-Estado

Muitos estudiosos procuraram compreender a realidade do Estado, mas foi o pensador alemão Max Weber quem elaborou uma das mais conhecidas e debatidas entre os estudiosos do assunto – Estado é a instituição política que, dirigida por um governo soberano, reivindica o monopólio do uso legítimo da força física em determinado território, subordinando os membros da sociedade que nele vivem.

  • Platão – em seu livro A República propõe um modelo educativo que possibilitaria a todos os indivíduos igual acesso à educação, independentemente do grupo social a que pertencesse por nascimento.
  • Aristóteles – afirma que o ser humano é por natureza um ser social, pois para sobreviver, não pode ficar completamente isolado de seus semelhantes. Entende que a cidade tem precedência sobre cada um dos indivíduos, pois isoladamente, o indivíduo não é autossuficiente. Para ele, a política é uma continuidade da ética – a ética faz parte do bem individual, enquanto a política volta-se ao bem comum, constituindo-se também em meio necessário ao bem estar pessoal.
  • Maquiavel – a política tem como objetivo a manutenção do poder do Estado. E, para manter o poder, o governante deve lutar com todas as armas possíveis. Isso significa que a ação política não cabe nos limites do juízo moral.

CONTATRATUALISTAS

Grandes questões

  • Qual é a natureza do ser humano? – em suas diversas conjeturas, esses filósofos chegaram, em geral, à conclusão básica de que todos os seres humanos, são, por natureza, livres e iguais.
  • Como explicar então a existência do Estado e como legitimar seu poder? – com base na tese de que todos são naturalmente livres e iguais, deduziram que em dado momento, por um conjunto de circunstâncias e necessidades, os indivíduos se viram obrigados a abandonar essa liberdade e estabelecer entre si um acordo, um Pacto ou Contrato Social, o qual teria dado origem ao Estado.
  • Locke – a função do Estado seria a de garantir a segurança dos indivíduos e de seus direitos naturais, como a liberdade. Concebe a sociedade política como um meio de assegurar os direitos naturais, e não como o resultado de uma transferência dos direitos dos indivíduos para os governantes.
  • Rousseau – defende a tese de que o único fundamento legítimo do poder político é o Pacto social, pelo qual todo cidadão concorda em submeter sua vontade particular à Vontade Geral – isso significa que cada indivíduo somente deve obediência ao poder político se esse poder representar a vontade geral de um povo ao qual pertence. Cada cidadão passa a assumir obrigação em relação à comunidade política, sem estar submetido à vontade articular de uma única pessoa.

Sociologia

  • Robert Putnan – defende a tese de que regiões com altos níveis de participação social têm mais prosperidade econômica, mais respeito à lei e menos corrupção. Isso inclui participar de movimentos sociais, frequentar espaços públicos como igrejas, clubes, associações de bairro, associações de pais e alunos e qualquer atividade que leva a pessoa a se organizar em conjunto com outros cidadãos – Capital Social é o conjunto de regras, redes de contato pessoais (amigos, família, grupos de convivência) e relações de confiança que ajuda os cidadãos a superarem os problemas da ação coletiva.

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