TEMA 28: O perigo da automedicação
   Luiz  André Medeiros  │     14 de outubro de 2015   │     7:45  │  0

Tema 28

PROBLEMÁTICAS:

  • A rotina diária no mundo atual é traduzida no imediatismo. Para grande parte da população é raro dispor de tempo livre, o que as leva a buscar soluções imediatas para seus sintomas.
  • A precariedade do atendimento do sistema público de saúde é um dos principais fatores que afastam o indivíduo de buscar a prestação adequada de um profissional competente, que opta por utilizar o medicamento indicado por um amigo que teve seus sintomas aliviados.
  • O uso inadequado de medicamentos é um problema de saúde pública e como tal deve ser debatido e prevenido. Dentre os principais perigos desse uso estão o agravamento de doenças, já que alguns sintomas podem ser mascarados pelo medicamento ingerido; reações adversas como alergias, dependência e até a morte.

VISÃO UNIVERSALISTA:

O estilo de vida passou a ser considerado fundamental da promoção da saúde e redução da mortalidade por todas as causas. Para a maior parte da população, os maiores riscos para a saúde e o bem estar advém do próprio comportamento individual, resultante tanto da informação e vontade da pessoa, como também das oportunidades de barreiras sociais presentes – o estilo de vida moderno, principalmente nas grandes cidades, tende a contribuir para o sedentarismo e obesidade da população.

INTRODUÇÃO:

Tendência principalmente entre os jovens, o autodiagnóstico e a automedicação tem se tornado cada vez mais frequentes. A busca imediata pelo alívio de sintomas aliada a falta de tempo livre e a precariedade do sistema público de saúde tem levado o indivíduo a buscar o medicamento mais eficaz com um amigo ou na web; o médico é o último a ser cogitado. Dessa forma, são negligenciados os riscos e perigos que a automedicação sem a devida orientação profissional apresenta para a saúde de quem a pratica.

HIPÓTESES DE SOLUÇÃO:

  • Realizar palestras e debates nas escolas de ensinos fundamental e médio acerca dos riscos e danos que a medicação sem prescrição ou acompanhamento profissional pode causar.
  • Fiscalizar as farmácias e drogarias para verificar e coibir a venda de medicamentos sem prescrição do profissional competente.
  • Investimento estatal em campanhas e políticas públicas de incentivo à prática esportiva e alimentação saudável.

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