Monthly Archives: janeiro 2016

Saber em Debate e as Vírgulas!
   Luiz  André Medeiros  │     25 de janeiro de 2016   │     19:28  │  0

Yago

          O Saber em Debate apresenta hoje uma das inúmeras situações do uso adequado da vírgula em suas composições textuais. Sabe-se que um texto pontuado de forma incorreta gera diversos problemas, inclusive de compreensão. Por isso, trazemos para vocês a vírgula usada para SEPARAR ELEMENTOS.

Observem os exemplos:

a) Maria, José, Pedro e Antônio são irmãos. (Maria, José, Pedro e Antônio formam um sujeito composto de 4 núcleos e as vírgulas separam cada núcleo)

B) No bolo eu utilizei farinha de trigo, açúcar refinado, ovos frescos e fermento em pó. (Agora temos farinha de trigo, açúcar refinado, ovos frescos e fermento em pó funcionando como objetos diretos do verbo utilizar)

C) Os alunos entraram na sala, ocuparam seus lugares, abriram os livros e começaram a leitura.

(Aqui os elementos são mais complexos: cada uma das orações é um item, separado do seguinte por meio da vírgula, lembrando que cada verbo com sentido próprio é o ponto central de uma oração. Assim, se há 4 verbos, consequentemente há na frase 4 orações.)

D) “Meninos, eu vi!” (verso de I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias) (Meninos funciona como vocativo – não é sujeito, o sujeito é o pronome ‘eu’! – e tal termo sempre fica isolado dentro dos enunciados)

E) Na semana passada, a empresa anunciou novas contratações. (Na semana passada funciona como circunstância de tempo, exercendo a função de adjunto adverbial de tempo e seu lugar, na ordem direta, é no final da frase)

F) Eu gosto de Chico Buarque e meu irmão, de Caetano. (meu irmão gosta de Caetano – não precisamos repetir o verbo, mas precisamos marcar a elipse com a vírgula: ela fica no lugar do verbo)

          Os elementos de uma sequência, os quais ficarão separados por vírgulas, podem ser simples vocábulos (exemplo a), sintagmas nominais (estruturas com mais de uma palavra, que apresentam um significado, mas não têm verbo – o núcleo é um substantivo) (exemplo b) ou orações (exemplo c).

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SABER EM DEBATE E A NOVA ORTOGRAFIA (2)
   Luiz  André Medeiros  │     19 de janeiro de 2016   │     12:45  │  0

Yago

          Segundo post da série que visa manter você, caro leitor, atualizado em relação ao novo acordo ortográfico.

           A atualização do usuário da Língua Portuguesa quanto às adequações da nova ortografia é essencial, uma vez que já está em vigor e será rigorosamente cobrada no patamar escrito, ou seja, em provas, concursos e, principalmente, em redações de vestibular.

          O Saber em Debate entende essa necessidade com uma certa urgência e traz hoje as mudanças ocorridas em relação ao uso do hífen.

Não precisa mais quebrar a cabeça: “uso hífen ou não”?

Regra Geral

          A letra “H” é uma letra sem personalidade, sem som. Em “Helena”, não tem som; em “Hollywood”, tem som de “R”. Portanto, não deve aparecer encostado em prefixos:

  • pré-história
  • anti-higiênico
  • sub-hepático
  • super-homem

Letras IGUAIS, SEPARA. Letras DIFERENTES, JUNTA.

  • Anti-inflamatório                            
  • neoliberalismo
  • Supra-auricular                               
  • extraoficial
  • Arqui-inimigo                                 
  • semicírculo
  • sub-bibliotecário                           
  • superintendente

Quanto ao “R” e o “S”, se o prefixo terminar em vogal, a consoante deverá ser dobrada:

  • suprarrenal (supra+renal)
  • ultrassonografia (ultra+sonografia)
  • minissaia
  • antisséptico
  • contrarregra
  • megassaia

Entretanto, se o prefixo terminar em consoante, não se unem de jeito nenhum.

  • Sub-reino
  • ab-rogar
  • sob-roda

ATENÇÃO!

Quando dois “R” ou “S” se encontrarem, permanece a regra geral: letras iguais, SEPARA.

  • super-requintado                            
  • inter-resistente
  • super-realista

Novas Turmas 2016 (2)

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Yago Cavalcante e nosso orgulho
   Luiz  André Medeiros  │     14 de janeiro de 2016   │     21:49  │  0

Yago

          O Saber em Debate-Redação foi feito exatamente para lhe dar as ferramentas essenciais com o fito de desenvolver a habilidade de escrever corretamente, com conteúdo e elegância.

          Saiba que escrever bem se aprende com a prática, que é justamente o que garante a perspicácia e faz com o futuro fera encare qualquer vestibular com mais confiança.

          Acreditamos na potencialidade das técnicas redacionais, em junção com as novas regras da Língua Portuguesa, as quais permitem que você possa escrever e se expressar de forma concisa e coerente, apresentando desde regras básicas: acentuação, crase etc. até avançadas, de gramática e estilo.

VISÃO DO SABER EM DEBATE – REDAÇÃO

          Entendemos, principalmente, que todo o preparo técnico culmina com o repertório e o conhecimento de mundo que são imprescindíveis para garantir a coerência e provar que o aluno tem posicionamento, tem ponto de vista.

          Não se trata de uma escrita superficial. O Saber em debate, mediante as análises e discussões, transforma o aluno em um ser crítico, munido de informações precisas, com alto grau questionador e inteiramente preparado para defender seu ponto de vista.

          O uso de conteúdos de outras áreas do conhecimento: sociológica, histórica, filosófica, entre outros, fortalece o argumento ao passo que garante determinadas competências de avaliação. Fruto de um trabalho consolidado e feito com muito compromisso, o Saber em Debate apresenta o aluno Yago Cavalcante, NOTA 1000 NA REDAÇÃO DO ENEM 2015.

          Esse resultado é consequência de todo esforço do nosso aluno que contou com o total apoio dos professores Luiz André Medeiros e Laura Acioli, mediante aulas interativas, com debates, contextualizadas e interdisciplinares.

          Além disso, em todos os encontros havia o momento reservado para trabalhar a gramática aplicada à redação, bem como o tempo destinado à escrita em sala de aula sob a orientação dos dois profissionais.

          Estes e os outros diferencias que só o Saber em Debate oferece fizeram dessa equipe a única Isolada com aluno nota 1000 no Estado de Alagoas.

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O Resultado do nosso trabalho é refletido em bons frutos
   Luiz  André Medeiros  │     9 de janeiro de 2016   │     14:30  │  0

Nota Mil 2

Trabalhando a técnica e aperfeiçoando a leitura da realidade o resultado é esse. No ano anterior já tínhamos as melhores médias e agora apresentamos a nota máxima na redação.
Méritos pra Yago Cavalcante e orgulho nosso por ver que o sonho do Redação em Debate é realidade.

Novas Turmas 2016 (2)

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Saber em Debate e a Nova Ortografia
   Luiz  André Medeiros  │     7 de janeiro de 2016   │     19:11  │  0

Novas Turmas 2016 (2)

          O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar no Brasil a partir de 2009. No entanto, houve um período de transição de 1º de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, durante o qual coexistiram a norma ortográfica em vigor e a nova norma estabelecida. Agora oficial, a reforma é meramente ortográfica: diz respeito à língua escrita, não à língua falada.

          As novas regras serão exigidas em documentos oficiais, exames e provas, e também devem ser colocadas em prática no nosso dia a dia. Palavras escritas na antiga grafia da língua serão consideradas incorretas a partir de agora. Dúvidas em relação à forma como escreveremos agora também surgirão, mas teremos uma maior facilidade já que algumas regras foram simplificadas.

O Saber em Debate esclarece as principais mudanças para você adequar a sua grafia:

Trema

O uso do trema foi abolido para todas as palavras.

Uso correto dos acentos

– Palavras terminadas em ÔO(S) ou ÊEM perdem o acento circunflexo.

Ex.: voo(s) e creem.

Obs.: Os plurais dos verbos TER e VIR mantêm o acento (Ex.: elas vêm).

– Ditongos abertos ÉI e ÓI em palavras paroxítonas perdem o acento agudo.

Ex.: Ideia e assembleia.

Obs.: O acento permanece nas oxítonas e em palavras com uma única sílaba.

– Vogal tônica do hiato formado com ditongo decrescente perde o acento agudo.

Ex.: feiura.

Obs.: O acento permanece se o ditongo não é decrescente (Ex.: saída).

– Palavras homônimas perdem o acento diferencial.

Ex.: para e polo.

Obs.: O verbo PÔR e a palavra PÔDE mantêm o acento.

Novas Turmas Humanas 2016 (2)

Uso correto do hífen

Cai o uso do hífen em:

– Palavras compostas por elementos de conexão.

Ex.: Mão-de-obra fica mão de obra e dia-a-dia fica dia a dia.

– Palavras derivadas com prefixos dissílabos terminados em vogal, desde que a palavra seguinte não comece por H ou pela mesma vogal do final do prefixo.

Ex.: autorretrato e contraindicação.

Obs.: Palavras compostas que sejam topônimos (indicam localidades) ou adjetivos pátrios não perdem o hífen (Ex.: sul-africano e norte-americano). – Palavras derivadas com prefixo CO. Ex.: cofundador e coprodução.

– Palavras que comecem com o advérbio NÃO.

Ex.: não fumante e não violência.

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