Monthly Archives: março 2016

Texto do Aluno Redação em Debate (4)
   Luiz  André Medeiros  │     11 de março de 2016   │     13:37  │  0

          O Projeto Redação em Debate retorna com mais uma postagem da séria ” Texto do Aluno Redação em Debate”. Dessa vez viemos com uma produção do aluno Eslen Pires referente ao tema: os impostos como fatores de igualdade social, tema esse já discutido anteriormente aqui no blog. Acompanhe na integra a redação do aluno:

Os impostos como fatores de igualdade social André

Texto do aluno Eslen Pires Toledo:

          O Estado, sob a óptica do filósofo Jean Jacques Rousseau, existe para o bem comum e para conservar a liberdade e a igualdade. No entanto, essa lógica não é efetiva, pois a carga tributária brasileira não condiz com a real divisão socioeconômica. Dessa forma, as relações igualitárias não são concretizadas, potencializando uma sociedade de privilégios.

Em uma análise histórica, a “polis” dos gregos traduziam a ideia de Estado na necessidade de uma ordem política e equilíbrio social. No Brasil, o desequilíbrio econômico é marcado pela expressiva desigualdade na carga tributária que, impulsionado pela má distribuição de riqueza, fragiliza ainda mais a economia do país. No desenvolvimento de uma nação, a tributação exerce um papel importante no enfrentamento das desigualdades, pois quanto mais justo o sistema tributário, menor o grau de concentração de riqueza e renda nacional.

          Segundo a Constituição brasileira, os impostos devem ser graduados conforme a capacidade econômica do contribuinte. Porém, a sonegação de impostos, um dos maiores problemas na economia brasileira, ocasiona um desalento quanto à aplicação dos recursos recolhidos da sociedade. Essa problemática se acentua com a falta de regulamentação do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), visto que enriquece ainda mais os privilegiados e tira do Estado os recursos necessários ao desenvolvimento.

          O esclarecimento do governo em relação aos tributos e o consequente interesse da sociedade para as necessidades da população são indispensáveis para o equilíbrio socioeconômico. Bem como, pôr em prática o princípio constitucional de que quem ganha mais, paga mais impostos. Portanto, somente com a imposição de impostos igualitários resultará em uma aplicação de recursos necessários para a população e diminuirá, consideravelmente, a soberania da classe dominante e os seus privilégios.

 

Observação: Os erros da aluna foram destacados em vermelho e posteriormente corrigidos.

Nota Final: 880

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Texto do Aluno Redação em Debate (3)
   Luiz  André Medeiros  │     8 de março de 2016   │     14:50  │  0

          O Projeto Saber em Debate retorna mais uma vez com uma nova produção textual de um de seus alunos. O tema, como sempre, bastante relevante para o ENEM busca trazer do aluno todas as habilidades possíveis para que seja produzido um bom desenvolvimento e boa intervenção. acompanhe na íntegra a redação de nossa aluna:

Tema 1 André

Redação da aluna Ana Luísa Cavalcante:

          Em coadunação com a Constituição de 1988, todo cidadão brasileiro possui o direito da liberdade de expressão. Contudo, a mídia não tem o poder de falar o que quer, facilitando a manipulação das informações tornando uma sociedade menos crítica. Ademais, a rede televisiva não poderia ser comandada por indivíduos participantes da política, mas isso não é concreto.

          Os meios de divulgação de informações seriam para expor o conhecimento, todavia eles impõem uma ideia preexistente, minimizando a pluralidade e realizando uma manipulação social. Os donos desses meios são, geralmente, pessoas envolvidas na política, que não falariam mal do seu partido para alienar o corpo social.

          No final do século XX, houve a Ditadura Militar no Brasil, época em que a liberdade foi restrita e o Estado tinha toda a autonomia, fazendo com que o indivíduo que desrespeitasse o poder fosse preso ou até morto. Contudo, no século XXI, o Brasil possuía liberdade escrita na Constituição. A liberdade de expressão se materializa na circulação de ideias, assim, elaborando e difundindo novos conhecimentos e pensamentos para tornar a sociedade mais crítica.

          Portanto, para uma pluralidade de pensamentos e uma melhoria no Estado, as escolas devem investir em aulas de atualidades para expor a condição do Brasil e instigar o raciocínio e a opinião do aluno. Além disso, o Estado precisa regulamentar a lei que afirma que a indivíduos relacionados com a política não podem ser donos de redes televisivas, para não alienar a sociedade.

Observação: Os erros da aluna foram destacados em vermelho e posteriormente corrigidos.

Nota Final: 880

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Texto do Aluno Redação em Debate (2)
   Luiz  André Medeiros  │     4 de março de 2016   │     8:38  │  1

          Mais uma vez o Projeto Saber em Debate retorna com uma produção textual de uma das nossas alunas. O tema já fora sido exposto aqui em nosso blog, e agora poderemos observar uma das possibilidades de desenvolvimento desse assunto. Confira a baixo a redação na íntegra da aluna:

Os impostos como fatores de igualdade social André

Redação da aluna Fernanda Martins Lisboa:

         Em coadunação à perspectiva Weberiana, as organizações estatais exercem sobre as pessoas uma dominação coercitiva que está caracterizada na cobrança de impostos. Nessa lógica, segundo o pensador Gaston Jèze, essa prestação, sem remuneração, compre uma função pública em prol da justiça social e do desenvolvimento do Estado. Esse fato, no entanto, não segue uma lógica igualitária, o que contribui para uma maior desigualdade social.

         No contexto atual, a carga tributária brasileira é alta, burocrática e injusta com aqueles que ganham menos. De fato, o problema não está na arrecadação, mas sim na ausência de uma gestão eficiente. Desse modo, essa estrutura gera uma atividade econômica frágil, na medida que os mais ricos, que usufruem da riqueza produzida, não são atingidos pela tributação. Logo, a qualidade de vida torna-se restrita, e as pessoas são obrigadas a pagar uma tributação indireta de serviços privados.

          Em tese, não há Estado sem tributos, mas não pode haver Estado justo com sobrecarga tributária. Por outro lado, a sonegação de impostos é um grande mal, visto que enriquece ainda mais os privilegiados e tira do Estado recursos para o bem-estar social e o desenvolvimento. Dessa forma, quem tem mais deve pagar mais, conforme estabelecido na Constituição, em um preceito tão desobedecido quanto ao Imposto sobre Grandes Fortunas. Além disso, a ausência de gestão leva à corrupção e a negação dos serviços públicos.

         Dessarte, a sonegação pouco evidente revela-se mais forte que a própria corrupção, deixando de recolher 500 bilhões de reais por ano aos cofres públicos. Portanto, faz-se necessária uma reforma tributária, de forma coercitiva sobre grandes fortunas. Além disso, medidas eficientes sobre a aplicação do dinheiro arrecadado a fim de promover a devolução dos serviços públicos. Ademais, deve-se construir uma consciência sobre a finalidade necessária dos impostos ao país.

Nota da aluna segundo os critérios do ENEM:

Nota Fernanda

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