Texto do Aluno Redação em Debate (12)
   Luiz  André Medeiros  │     26 de abril de 2016   │     12:38  │  0

          Mais uma vez trazemos uma nova produção de um dos nossos alunos do projeto. Já se tornou marca registrada a apresentação da evolução constante dos alunos e após o grande sucesso da apresentação do nosso primeiro aluno nota 1000 de 2016, trazemos mais um grande texto que está muito próximo da tão sonhada nota máxima. Confira agora o texto na íntegra:

O homossexualismo e a continuidade da vulnerabilidade social André

Aulões Hist e Geo de Alagoas 2

Redação da Aluna Martina Frazão Lopes Cavalcanti:

          Sob a égide do pensador Thomas Marshall, “os direitos não estão prontos, são sempre alcançados”. Ele justifica seu interesse pela cidadania e classe social em razão da identificação de um problema: o impacto sobre a desigualdade social. No entanto, há uma tendência em se observar em nível alto de intolerância quando existe situações concretas, como a explicitação de uma relação homoafetiva.

          Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) compõem um grupo populacional nascido no Brasil nos anos 1970, que enfrenta preconceitos todos os diasum exemplo disso é a homofobia que tem como atitude de colocar o homossexual em uma situação de inferioridade e anormalidade. Com isso, uma grande preocupação é o número de gays assassinadosfruto dessa aversão cultural da sociedade.

          A militância digital é valida, mas é fundamental aumentar manifestações e lutar por igualdade social, já que ainda é um tema discriminado. Segundo a filósofa política alemã Hannah Arendt, que enfatiza a necessidade de cada cidadão tenha o “direito de ter direito”, ela constitui uma crítica do caráter “abstrato” dos indivíduos a sempre serem protegidos e amparados. Porém, sabe-se que a defesa dos Direitos Humanos não é garantida para todos.

          Grupos religiosos têm sistematicamente ignorado o princípio da laicidade do Estado, censurando qualquer menção às categorias “gênero” ou “orientação sexual”, especialmente nos planos locais de educação, visto que existe uma alta taxa de evasão escolar em razão da total invisibilidade dada ao problema.

          Precisa-se construir por meio da educação, do acesso à cultura, uma sociedade mais informada, menos preconceituosa e mais solidária. É dever do governo criar delegacias para registrar a real motivação dos crimes contra homossexuais e estabelecer uma educação nas escolas, com conversas que abordem orientação sexual e identidade de gênero.

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Nota da aluna:

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