Texto do Aluno Redação em Debate (19)
   Luiz  André Medeiros  │     24 de maio de 2016   │     15:11  │  0

         O Projeto Redação em segue com seu trabalho de aperfeiçoamento na construção do texto de seus alunos. A postagem dessa terça-feira apresenta mais uma produção de nossos alunos que, com nossa busca incansável pelo “redator perfeito”, ou seja, aquele que atinge semanalmente os 900 pontos em nossas correções, conseguiu o feito tão esperado por nós. Acompanhe agora o texto de nosso aluno na íntegra:

Por que a corrupção é tão tolerada andre

Texto do aluno Eslen Pires Toledo:

          O “Fato Social”, sob a óptica do sociólogo Emilé Durkheim, consiste em maneiras de agir, de pensar e de sentir que exercem pode de coerção sobre o indivíduo. Por esse prisma, observa-se que a corrupção é fortalecida à medida que é amplamente praticada. Com isso, surge a problemática da ação pessoal baseada na atitude coletiva e da impunidade ligada à cultura comportamental em todos os âmbitos da sociedade.

          O senso comum é caracterizado por conhecimentos empíricos acumulados ao longo da vida e passado de geração em geração. Essa ideia é refletida pela vasta deturpação moral existente no seio da sociedade brasileira, que, concomitantemente, dilui o senso de responsabilidade pessoal à prática excessiva desse desvirtuamento. Portanto, fazer com que as pessoas percebam a imoralidade por meio do próprio corrompimento é fundamental para que esse mal seja controlado; como também, é preciso punir com mais efetividade quando esse descontrole entra em aspectos jurídicos.

          Outrossim, destaca-se a acomodação dos pais e das instituições educacionais no tocante à falta de coercitividade com as crianças no seu desenvolvimento. A personalidade do ser humano é diretamente influenciada pelos acontecimentos a sua volta desde os primeiros contatos. Logo, torna-se indispensável o cultivo de uma educação com responsabilidade e de punição, mesmo com erros mais leves, para que o indivíduo compactue com uma aplicação justa da lei futuramente.

          Logo, é necessário que o Estado promova uma cultura comportamental de autocrítica para a população, por meio de propagandas televisivas com temas voltados para ações coletivas justas e contra a corrupção no meio social, a fim de desencadear reflexão nos pequenos atos cometidos por eles, como furar a fila no banco e ocupar a vaga de deficientes irregularmente. Também, é indubitável que a escola exija a presença dos pais para discutir a evolução comportamental da criança, mediante reuniões e projetos educacionais, para acompanhar o desenvolvimento do filho e construir uma cultura singela desde cedo.

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NOTA DO AUNO:

1111

 

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