Texto do Aluno Redação em Debate (26)
   Luiz  André Medeiros  │     28 de junho de 2016   │     21:44  │  0

Nessa terça-feira, véspera de feriado, trazemos aos nossos leitores mais uma grande redação de uma de nossas alunas do nosso projeto paralelo, o Redação em debate. A redação da nossa queria aluna Izabel Rocha é referente a um tema já debatido em sala de aula, o qual rendeu boas discussões construtivas durante os debates nas turmas. Confira agora a produção na íntegra:

O trabalho escravo no Brasil e o desrespeito à dignidade humana André

Redação da aluna Izabel Rocha:

Ao falar de escravidão, logo vem à mente os comerciantes portugueses, espanhóis e ingleses que lotavam os navios negreiros com africanos, colocando-os à venda de forma desumana e cruel por toda América. Apesar das transformações do mundo e as reivindicações pelos direitos humanos, ao longo de mais de 100 anos, a escravidão é uma problemática ainda enfrentada, sobretudo, por causa das desigualdades sociais que aumentam a vulnerabilidade das pessoas.

Em geral, os “escravos” atuais são migrantes, que saem de suas casas por melhores condições de vida; e crianças, principalmente meninas, para exploração doméstica e sexual. Dessa forma, percebemos que a escravidão não só priva as pessoas de autonomia, mas também da garantia de direitos como lazer, educação, trabalho remunerado e aposentadoria.

Além disso, conforme demonstra a tese jusnaturalista, os homens são possuidores de direitos que são naturais, tais como igualdade, liberdade e legalidade. No entanto, a miséria e a exclusão socialjuntamente com o desemprego, são fatores que influenciam a exploração do trabalhador. Com isso, muitas pessoas se veem sem saída ou são iludidas por propostas de emprego utópicas.

Logo, é imperioso que o Estado invista na divulgação dos direitos dos trabalhadores, por meio da institucionalização do tema no Plano Municipal de Educação de todos os municípios, com o objetivo de informar os direitos de cada cidadão. Bem como, é preciso uma ação conjunta da sociedade, do Governo e da mídia para fiscalizar irregularidades, mediante a realização de concursos públicos para cargos de fiscais do trabalho (por parte do Estado) e o envolvimento sistemático da televisão local e da comunidade, com a finalidade de combater a exploração.

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NOTA DA ALUNA:

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