Texto do Aluno Redação em Debate (29)
   Luiz  André Medeiros  │     1 de agosto de 2016   │     22:50  │  0

          É com um imenso orgulho que retornamos as nossas postagens de produções textuais dos nossos alunos do projeto paralelo Redação em Debate. Quando afirmamos que o desempenho nas produções nas turma do Redação em Debate torna-se um indicativo dos melhores desempenhos no ENEM, não é nenhuma demagogia. A prova disso são nossos 6 primeiros lugares na última prova do CESMAC, além da incrível produção de nossa aluna Ingrid, a qual alcançou a nota máxima no mesmo vestibular. Confira agora mais uma aluna que entra para o “Hall das Produções de Ouro do Redação em Debate”, nossa querida Maria Beatriz, que alcançou o grande feito dos MIL PONTOS, segundo nossos critérios de correção com base na avaliação das bancadas do ENEM.

A escola como um espaço de transformação ou uma fábrica de ordem andré

Chamada 1 Revisão de Fim de ano André

Redação da aluna Ana Beatriz Martins Santos:

          Sob a égide socrática, o papel do educador é o de ajudar o discípulo para que ele, por si próprio, consiga “iluminar” sua inteligência e consciência. Nessa lógica, a escola, espaço de transformação social, não pode ser um instrumento de reprodução e manutenção das relações capitalistas. Entretanto, no Brasil, a educação tradicional, conservadora e meritocrática ainda é uma realidade que transforma os alunos em reprodutores das ordens que recebem.

          Em coadunação com o pensamento de Paulo Freire, sabe-se que a escola não é apenas um ambiente de produção de conhecimento, mas também, de compartilhamento do mundo conhecido. Sendo assim, é preciso que a instituições educacionais incentivem os jovens a refletirem sobre a realidade vivida a partir da discussão de assunto, como o feminismo e a discriminação sexual. Dessa forma, as práticas horizontais mediadas pelo diálogo serão valorizadas e ocorrerá a formação de sujeitos críticos e comprometidos com suas funções sociais.

          Para isso, a educação enciclopédica dos centros de ensino que defendem a ideologia das classes dominantes deve ser combatida, uma vez que o indivíduo não é obrigado a adotar o mesmo posicionamento. Ademais, a Constituição que rege esse país é a mesma de 1824 que colocava o catolicismo como religião oficial, sendo os jesuítas os professores e propagadores da fé católica. Pelo contrário, a Constituição Federal de 1988 valoriza a igualdade e a liberdade como princípios fundamentais.

          O governo, por meio do Ministério da Educação, deve, portanto, criar cursos que orientem os professores sobre como abordar os assuntos em sala de aula, para que os debates sejam fomentados e a curiosidade dos alunos cultivada. Além disso, é primordial que as escolas realizem, mensalmente, fóruns de discussões sobre economia, cultura, sexualidade e desigualdades, com o fito de fomentar o diálogo, a troca de ideias e de perpetuar o respeito pela diversidade.

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Nota da aluna:

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