Texto do Aluno Redação em Debate (30)
   Luiz  André Medeiros  │     9 de agosto de 2016   │     12:54  │  1

          Hoje, nessa terça-feira, apresentamos nosso compilado de produções de número 30 de uma maneira um pouco diferente do comum. Além da apresentação desse início de tarde, haverá mais um texto que será postado à noite para que você, que acompanha nosso projeto, possa ter ainda mais informação no dia de hoje.

          Para essa primeira parte da postagem de hoje, trazemos o texto do aluno Rodrigo Rodrigues, que apresentou um excelente desenvolvimento na prática textual, alcançando em sua produção uma nota incrível: 940 pontos. Confira agora o texto na íntegra:

O ativismo digital é a nova maneira de fazer política andre

Redação do aluno Rodrigo Rodrigues:

          Sob o prisma iluminista, os homens não têm a sociabilidade como algo natural, por isso é criado o Estado, a fim de garantir a construção de uma sociedade harmônica. Contudo, as recentes manifestações em meios virtuais demonstram a nítida expressão da decadência de tal premissa, no que se refere à busca da população por mais autonomia perante os abusos estatais. Por conseguinte, faz-se necessário ampliar a atuação do ativismo digital, bem como deve-se possibilitar a expansão da internet como um direito universal.

          Surgido na década de 1990, o ciberativismo emerge como um modelo alternativo para se “fazer política” onde, através do meio virtual, esta nova onda ganha força no momento em que minorias de grupos ativistas e de outras organizações passaram a migrar para o ciberespaço, a fim de utilizá-lo como instrumento de aprimoramento de suas técnicas de divulgação e mobilização, por uso de boletins, enquetes, fóruns de discussão e sites que em aliança, compõem um ambiente cooperativo e independente. Desta forma, tornou-se evidente que a rede mundial de computadores pode ter papel protagonista no que se refere às questões tangenciadas pela pressão popular na luta pelos seus interesses.

          Segundo recentes relatórios divulgados pela Organização das Nações Unidas, o acesso à internet é um direito humano, e qualquer ato consumado com vistas a privar ou desconectar a sociedade da web caracteriza-se como um desrespeito a essa determinação. Tal ordem não visa a apenas proteger os movimentos ativistas de governos autoritários em períodos de manifestação; mas também toda a comunidade mundial que baseia sua comunicação e seu sistema de informações, majoritariamente, nas novas tecnologias.

          Há, dessarte, a necessidade de que os indivíduos de todo o mundo, em aliança à ONGs, mobilizem-se e se manifestem, tanto nas ruas como nas redes sociais, para exigir que os legisladores de suas nações regulamentem a internet como jusnaturalismo homologado em constituição, para que, desta maneira, esteja-se em coadunação às recomendações da comunidade internacional que se expressa por intermédio da ONU. Outrossim, o poder público deverá empreender uma reforma na conjuntura estatal, tencionando uma expensão dos canais de participação online, para, dessa forma, garantir a manutenção da primazia dos ritos democráticos.

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Nota do aluno:

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