Texto do Aluno Redação em Debate (33)
   Luiz  André Medeiros  │     11 de agosto de 2016   │     21:13  │  0

         Voltamos para mais uma postagem ainda nessa quinta-feira de “futuros aprovados”. Apresentamos nesse momento a redação da aluna Mirelle Braga, aluna dedicada e que é mais uma prova de que os esforços despendidos pelos professores Luiz André Medeiros e Laura Acioli estão dando cada vez mais certo. Confira o texto dessa incrível aluna a seguir:

A perversidade da desigualdade social e o planejamento familiar  andreChamada Revisão Fim de ano Redação andré

Redação da aluna Mirelle Braga:

          A partir do governo de Juscelino Kubischek, o elevado processo de urbanização influenciou na baixa do índice de natalidade do país. No entanto, geograficamente, esse fato sé é evidenciado em regiões privilegiadas, ou seja, a população de baixa renda não é beneficiada com o planejamento familiar efetivo. Nesse sentido, há uma necessidade de demonstrar a importância da paternidade responsável e a garantia de ações preventivas.

          Diante disso, é possível ressaltar que a influência de uma cultura arcaica e autoritária impede que os recursos médicos, para evitar a concepção precoce, tenham suas eficácias. De fato, caso uma jovem busque por camisinhas ofertadas pelo Sistema Público de Saúde, por exemplo, ela será visada com maus olhos pela sociedade conservadora. Em consequência desse falta de planejamento familiar, devido a barreiras ideológicas e religiosas, cresce o número de adolescentes nas periferias com filhos que, provavelmente, não terão acesso a uma boa qualidade de vida e educação.

          Além disso, o déficit dessa política pública está na desigualdade social, pois o indivíduo rico resolve seu próprio problema em hospitais particulares. Ou seja, o planejamento voltado só para a população de baixa renda não é eficaz, já que ela sozinha, nãos possui um  poder de pressão, porém se todos tivessem que usar o sistema público, haveria melhorias, como feito no programa de vacinações.

          O acesso de métodos de contracepção modernos é, portanto, fundamental para o desenvolvimento do país, pois irá diminuir a distinção de classes ao evitar a gravidez indesejada – crianças que ficariam vulneráveis à marginalização. Tal melhoria é possível a partir da união de empresas privadas com o SUS para participar do processo de planejamento familiar, ao estabelecer metas de controle de contracepção no segmentos mais pobres. Por fim, criação de ONG’s que trabalhem com o jovens a questão da prevenção e a importância de estar preparado para ser pai ou mãe.

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