Análise Colorida – Redação da aluna Andrea Lima
   Luiz  André Medeiros  │     11 de junho de 2018   │     0:13  │  0

Mais uma nova postagem em nossa página! Dessa vez, apresentamos um incrível texto da aluna do Projeto Saber em Debate, Andrea Lima, com uma incrível espelho de correção analisado pelos professores Luiz André Medeiros e Isabele Barros. Confira a seguir o texto na íntegra:

 

 

        Na concepção sociológica de Émile Durkheim, o suicídio representa um fato social, em razão de estar presente em todas as sociedades. Na realidade, todavia, o atentado contra a própria vida é caracterizado como um tabu, visto que as pessoas não discutem sobre o assunto, seja por medo ou por desconhecimento. Tal contraposição é ocasionada pela falta de solidariedade social, aliada à padronização de costumes imposta pelo capitalismo.

 

O que a Andrea fez?

Dividida em três períodos a introdução inicia-se com a filosofia de Émile Durkeim: quando afirma que o suicídio é um fato social pois está presente em todas as sociedades.  No segundo período  Andréa coaduna com a Visão Universalista ao expor que o suicídio na contemporaneidade é um tabu.  E o terceiro período é a apresentação das teses.

 

 A atual forma de interação coletiva é marcada pela falta de compreensão e valorização mútua, de modo que, consequentemente, aniquila o indivíduo de expor a sua vulnerabilidade. Isso coaduna com a óptica do sociólogo Zygmunt Bauman de que a fragilidade dos laços humanos proporcionou a descartabilidade das relações sociais. É fato que o sentimento individualista é cruel e desumano, de maneira que prepondera na sociedade uma errônea intolerância perante as frustrações e problemas alheios.

 

O que a Andrea fez?

Andréa evidencia a falta de compreensão e valorização mútua que aniquila o indivíduo de expor a sua vunerabilidade e isso resulta na falta de solidariedade social. O primeiro desenvolvimento trouxe a VISÃO SOCIOLÓGICA de Zygmunt  Bauman,  ao dar mais consistência argumentativa para sua defesa. Ademais, explicita o sentimento individualista é cruel e desumano, de maneira que prepondera na sociedade uma errônea intolerância perante as frustações e problemas alheios, assim, configura autoria.

            Outrossim, o capitalismo selvagem tem transformado as pessoas em consumidores vorazes, com um apetite emocional insaciável, ou seja, nada agrada prolongadamente. A felicidade tornou-se sinônimo de possuir, de forma que o indivíduo busca satisfazer no consumo as suas faltas. Assim, quando esse não se encaixa nos padrões estabelecidos, é massacrado psicologicamente, uma vez que se sente incompatível com o mundo e, por consequência, contribui com o aparecimento de doenças, como a depressão e, por fim, o suicídio.

 

O que a Andrea fez?

Com a reafirmação da 2ª tese, no desenvolvimento, o exacerbamento do capitalismo selvagem e a transformação das pessoas em “consumidores vorazes”, o que padroniza costumes impostos pela própria sociedade. Configurou-se autoria ao mostrar os resultados da problemática argumentada, com excelente defesa do seu ponto de vista.

      Logo, deve a família ampliar a relação de confiança entre seus entes, mediante a observação,com mais atenção, em qualquer mudança comportamental que priorize frequentes diálogos, a fim de fortalecer o vínculo emocional e valorizar as relações cognitivas. Ainda, é primordial que a escola contribua para a manutenção da saúde mental, com a implantação obrigatória de acompanhamento psicossocial para os alunos e, com isso, diminuir os fatores de risco que acarretam ao suicídio.

 

O que a Andrea fez?

Andréa apresentou proposta de intervenção com os 4 elementos essenciais e com o devido detalhamento. De maneira mais lúdica, percebe-se que foram usadas, para cada elemento essencial, cores diferenciadas. O detalhamento está, em destaque, com a cor roxa. O outro período configura progressão da C3.

 

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