Redações do Dia dos Namorados – Saber em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     12 de junho de 2018   │     15:58  │  0

O Saber em Debate homenageia todos os namorados em seu dia e aproveita para publicar vários textos em nosso blog. Confira hoje as redações dos namorados Hélio e Lara, ambos alunos do Projeto Redação em Debate. Namorados unidos no amor e na redação perfeita!

Redação da aluna Lara:

TEMA: OS DESAFIOS DA BIOÉTICA NA ATUALIDADE E OS LIMITES ENTRE A LIBERTAÇÃO E A DESTRUIÇÃO.

Sob a perspectiva histórica do Renascimento Científico, os fundamentos racionais tornaram-se, em sua forma tradicional, o centro ordenador da existência humanística. Nesse sentido, o avanço medicinal em passos largos atrelado ao ausente monitoramento estatal acabam por dissociar, de maneira indevida, a mecanosfera capitalista da dignidade populacional. Dessa forma, é primordial refletir sobre o prosseguimento da ciência, bem como uma reivindicação jusnaturalista mediante cooperação popular. 

Nossa querida Lara abre sua introdução com a visão histórica ao trazer o Renascimento Científico; a Visão Universalista é contextualizada com a reafirmação do tema no 2º período, assim, tornando-se produtiva. E no 3º período, encontramos as TESES.    

 

 A “Razão instrumental“, enquanto nação com filósofo Theodor Adorno, é um processo metodológico de domínio exploração comunitária. Assim, a viabilidade da manipulação gênica com objetivos discriminatórios, como também a possibilidade de hereditariedade o gene modificado, ameaça, de modo gritante, O panorama humano pós-moderno. Lamentavelmente, o fajuto conhecimento moral da população alienada perpetua o ideal da liberdade científica preponderar a coesão interpessoal, impulsionam rompimento do acordo monopolizador me penas, “jus puniend”, pelo sistema judiciário, lastimavelmente, falido por não atuar de maneira impeditiva para com as evoluções biológicas desordenadas.

 

Iniciou sua argumentação no seu desenvolvimento 1. O parágrafo foi dividido em três períodos: o 1º traz a filosofia de Theodor Adorno com o processo metodológico de domínio da exploração comunitária.  Lara coaduna sua Visão Universalista com a reafirmação da 1ª, ao reforçar a reflexão do prosseguimento da ciência. No 3º período, encontramos a configuração de autoria.

 

Por outro viés, o “ capital social”, na concepção sociológica de Robert Putnam, é o conjunto de ações coordenadas que refletem no desempenho institucional. Nessa lógica, a fragilização dos laços afetivos, oriunda da ascenção capitalista no país, abate quaisquer iniciativas por lutas de direitos naturais. Isto é, o governo – amparado por nulas insatisfações compartilhadas – ignora os massacrantes riscos advindos da engenharia genética como máquina para predeterminações de cargos individuais, uma vez que tal manipulação da árvore genealógica não interfere, à primeira vista, no convívio harmônico da esfera aristocrática detentora de poder letárgico.

     O 2º desenvolvimento de Lara foi divido em três períodos: de início, vê-se o “capital social” de Putman, contextualizado com a fragilização dos laços afetivos que são abatidos por iniciativas por lutas de direitos naturais. No último período, vemos a interpretação e defesa do ponto de vista da nossa aluna. 

 

Logo, é dever do Congresso Nacional controlar os avanços medicinais, por meio de uma legislação que opere de forma impeditiva no tocante à alternativa discriminatória, a fim de preservar a contingência humana em sua totalidade. Ademais, cabe ao MEC instituir palestras (ministradas por psicólogos, mestres ou doutores em biotecnologia), por intermédio de campanhas públicas, com o fito de disseminar a relevância do cotidiano digno refém do princípio jusnaturalista: o homem sujeito a condições beneméditas.

 

 

Chegamos no último parágrafo, o que é esperado pelo o avaliador são os 4 elementos essenciais e seu devido detalhamento: no 1º período, encontramos proposta de intervenção que faz progressão com as teses. No período seguinte, vê-se proposta de intervenção COMPLETA: AGENTE (MEC)/ AÇÃO ( INSTITUIÇÃO DE PALESTRAS)/ RECURSOS ( CAMPANHAS PÚBLICAS)/ EFEITO ( DISSEMINAÇÃO DA RELEVÂNCIA DO COTIDIANO DIGNO REFÉM DO PRINCÍPIO JUSNATURALISTA.

 

Redação do aluno Hélio:

TEMA: A FALÊNCIA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA REDUZIDA APENAS NO MOMENTO ELEITORAL

 

Sob a óptica do filósofo Aristóteles – o homem se torna cidadão quando atua em cooperação com os poderes do Estado. Entretanto, ser cidadão, no Brasil, restringe-se a épocas eleitorais, o que resulta no oposto do significado de democracia, além de iniciar sua falência. Dessa forma, é primordial formar uma cultura política e cidadã, bem como participação popular menos burocrática.

 

 

HÉLIO divide sua introdução em três períodos: no primeiro, com a visão filosófica de Aristóteles, o homem atua em cooperação com poderes do Estado quando este se torna cidadão.   O segundo período mostra a reafirmação do tema, contextualizada com a Visão Universalista, Hélio nega a visão aristotélica. E o terceiro período é a apresentação das teses.


              Em coadunação com o sociólogo Robert Putnam – Capital Social é indispensável para a organização social, assim como a construção de confiança mútua e espírito comunitário. Porém, os frequentes escândalos de corrupção na política afastam ainda mais a relação entre governantes e eleitorado, ao quebrar a confiança dos que os elegem. Nesse sentido, quanto menos houver transparência e democratização da vida interna dos partidos, mais falida será a política brasileira, ao tornar-se estigmatizada, infelizmente.

  Chegou a hora do Hélio comprovar suas teses: foi evidenciado sua contrariedade quanto aos frequentes escândalos de corrupção na política afastam ainda mais a relação entre governantes e eleitorado, ao quebrar a confiança dos que os elegem. O primeiro desenvolvimento foi iniciado com a VISÃO SOCIOLÓGICA de Robert Putnam,  dando mais consistência argumentativa para sua defesa. Além disso, evidencia que quanto menos transparência e democratização, mas falida será a política brasileira. Com maestria, configura autoria.

              Somado a isso, na concepção do sociólogo Thomas Marshall – as conquistas são frutos de lutas sociais. Todavia, atingiu-se um percentual enorme de pessoas que não se identificam em nenhum partido. Assim, a falta de politização das ruas pela educação política de representatividade, onde os partidos manipulam o sistema a seu favor ao invés da vontade de sua população, o que é deplorável.

  É evidenciada a 2ª tese, no desenvolvimento, a qual mostra a carência de discussão de pessoas que não se identificam em nenhum partido A autoria foi demonstrada  com as consequências  da falta de politização das ruas.

            Portanto, cabe ao MEC em parceria com a Secretaria de Comunicação Social promover uma sociedade mais ativa politicamente, por meio de propaganda socioeducativas, palestras ministradas nas escolas, aumento e valorização dos conselhos municipais de consulta pública, com o fito de mostrar à coletividade o poder que possuem na sociedade. Ademais, é necessário que o Congresso Nacional gere uma reforma política, mediante a disponibilização de assinaturas eletrônicas, como também a criação de plataformas digitais e ampliar os debates realizados nos espaços públicos existentes, com intuito de reverter à crise representativa.

 Hélio apresenta proposta de intervenção com os 4 elementos essenciais e com a ausência do obrigatório detalhamento,

 

 

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