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A Visão do Saber: Franz Boas e as culturas
   Luiz  André Medeiros  │     27 de setembro de 2018   │     11:17  │  0

O Saber em Debate retoma mais uma vez as postagens em nosso blog apresentando, nesta quinta-feira, mais uma ferramenta desenvolvida especialmente para nosso alunos do projeto Redação em Debate: A Visão Do Saber. Através da aplicação em aulas presenciais com nossos professores e monitores, o aluno pode desenvolver individualmente seus conhecimentos através de nosso incrível material. Confiram a seguir essa maravilhosa ferramenta aplicada ao pensador Franz Boas.

Autor da Visão Franz Boas

Pensamento – Nascido na Alemanha, transporta essa ideia para a Antropologia, em uma crítica ao evolucionismo. Para Franz Boas, cultura era um todo integrado, e não apenas um conjunto desagregado de práticas, hábitos, técnicas, relações e pensamentos. Essa integração de múltiplos elementos, ordenados a partir de um princípio compartilhado por todos os indivíduos de uma sociedade específica, criava a cultura. Por ser única e exclusiva de cada sociedade, inviabilizava qualquer tentativa de comparação a partir de pressupostos arbitrários. Para Boas, qualquer comparação exigiria tanto cuidado e tanta investigação histórica e antropológica que, na prática, seria inviável.

 

É fácil entender: Franz Boas inaugurou o que mais tarde ficaria conhecido como relativismo cultural: uma tomada de posição perante a diferença cultural, segundo a qual cada cultura deve ser avaliada apenas em seus próprios termos. O etnocentrismo é o mecanismo principal das classificações evolucionistas, enquanto o relativismo cultural é o motor de um pensamento não preconceituoso e preocupado em romper com as classificações hierárquicas. O conceito antropológico de cultura não pode existir sem o relativismo cultural e a crítica ao etnocentrismo.

 

Destaque: Relativismo cultural, portanto, é uma forma de encarar a diversidade sem impor valores e normas alheios. Podemos considerar o relativismo uma inversão do evolucionismo: se este escalona as diferenças a partir de valores específicos das sociedades ocidentais, o relativismo evita qualquer tipo de escala, analisando as diferenças segundo os termos da própria sociedade da qual fazem parte.

 

Visão Universalista – O conceito de cultura de Boas descreve um conjunto de pessoas que compartilha uma série de hábitos, práticas e crenças, e é vista como integradora para a vida coletiva.

 

Temas em que pode ser usada a sua ideia:

– Preconceito que cala, língua que discrimina –  a ideologia de exclusão social e de dominação política pela língua;

 (CONFIRMAM MAIS POSSÍVEIS TEMAS EM NOSSO CURSO PRESENCIAL)

Como encaixar:

Tema – Preconceito que cala, língua que discrimina –  a ideologia de exclusão social e de dominação política pela língua

Na Introdução – Franz Boas inaugurou o que mais tarde ficaria conhecido como relativismo cultural uma tomada de posição perante a diferença cultural, segundo a qual cada cultura deve ser avaliada apenas em seus próprios termos.

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Redação da aluna Maria Eduarda Andrade – Saber em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     25 de julho de 2018   │     8:46  │  0

Nessa quarta-feira, disponibilizamos mais uma produção de uma de nossas pérolas do Projeto Redação em Debate, a aluna Maria Eduarda. Sua produção se destaca pela riqueza de conteúdo, ferramenta de suma importância para proporcionar qualidade ao texto e que, em nosso projeto, enfatizamos constantemente durante nossas aulas e plantões. Confiram a seguir o texto:

TEMA: OS CAMINHOS DA SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL: ENTRE O FÁCIL E O NECESSÁRIO

ALUNA: MARIA EDUARDA ANDRADE

A ilha de Utopia, idealizada por Thomas Morus, retrata uma civilização desprovida de violência e, então, altamente segura. Todavia, percebe-se a inexistência desse lugar no mundo real, pois a segurança pública não é plenamente concretizada e os índices de violência aumentam exorbitantemente, sobretudo no Brasil. Esse cenário caótico e degradante é fruto da injusta exclusão social e da intencional inoperância estatal. Logo, o urge a indispensabilidade da união entre legislador e civis para que a paz pertença a uma realidade empírica, não a um ideal nem a uma utopia.

 

 O que a Duda fez?

Com a divisão em quatro períodos, a introdução inicia-se com visão filosófica de Thomas Morus, quando evidencia uma civilização desprovida de violência.  No período posterior, Duda coaduna com a Visão Universalista ao expor a inexistência desse lugar no mundo real, pois os índices de violência aumentam exorbitantemente.  Nos últimos períodos, vê-se  apresentação das teses.

 

Antes de tudo, é digna menção da bipartição socialmente imposta, a qual glorifica os ricos e monstrualiza os pobres e, por conseguinte, marginaliza e suga as possíveis oportunidades que seriam fornecidas a esses, enquanto aqueles desfrutam de todos os privilégios proporcionados por essa separação escatológica. É evidente, assim, que o abandono dos menos favorecidos retira bruscamente as chances de ascensão social legais, de modo a, quase sempre, obrigá-los a buscar esse progresso por meios ilícitos – neste momento o Governo, ausente até então, resolve intervir com o uso da força e da violência. Nota-se, portanto, a solidificação de medidas para garantir a segurança somente em alguns momentos e para com alguns grupos, bem como constatam os estudos de Stanley Cohen, quando confirma a atuação governamental apenas perante o crime.

 

 O que a Duda fez?

Duda evidencia  que o abandono dos menos favorecidos retira bruscamente as chances de ascensão social legais, de modo a, quase sempre, obrigá-los a buscar esse progresso por meios ilícitos. O primeiro desenvolvimento trouxe a VISÃO SOCIOLÓGICA de Stanley Cohen,  ao dar mais consistência argumentativa para sua defesa. Com a apresentação  do seu ponto de vista, é  digna menção da bipartição socialmente imposta, a qual glorifica os ricos e monstrualiza os pobres .Argumentação com autoria

 

Somada a essa ideia, ainda há a negligência premeditada do Estado, uma vez que é perceptível a elevação da apreensão e do medo como mecanismo de exercício de poder e controle sobre as massas. Vale ressaltar a antidemocrática mudança da máquina administrativa de defensora da segurança para um entre tantos outros agentes responsáveis pela proliferação de ameaças. Esse ambiente putrefado só prova que a crise na Segurança Pública brasileira não é uma falha, mas sim um projeto: consolidar o despotismo estatal e subordinar a população à aceitação de migalhas como respaldo – prática já impregnada devido à falta de informação e desenvolvimento do questionamento. Tal contexto, pragmático e demagógico, concretiza as pesquisas de Zygmunt Bauman acerca da violência social, ao depositar sobre o Estado o peso de influenciador direto do crescimento da impetuosidade como ferramenta de coercitividade.

 

O que a Duda fez?

Com a reafirmação da 2ª tese, no desenvolvimento, evidencia a negligência premeditada do Estado, uma vez que é perceptível a elevação da apreensão e do medo como mecanismo de exercício de poder e controle sobre as massas. Configurou-se boa interpretação ao mostrar que a crise na Segurança Pública brasileira não é uma falha, mas sim um projeto: com a consolidação o com o despotismo estatal e subordinar a população à aceitação de migalhas como respaldo.  Assim, com excelente defesa do seu ponto de vista.

 

Diante desses impasses, é urgente que o Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimentos, proporcionado por uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias, amplie o setor educacional, por meio de palestras ministradas por especialistas na área (como mestres e doutores em Sociologia e Segurança Pública), com vistas à formação cidadã respaldada pelo saber e, então, o desenvolvimento da razão crítica, de forma a possibilitar a compreensão dos artifícios usados pelos representantes para exercer  controle, consequentemente, a não subordinação a essa prática tirana.

 

O que a Duda fez?

Duda apresentou proposta de intervenção com os 4 elementos essenciais e com o devido detalhamento. De forma colorida, nota-se que foram usadas, para cada elemento essencial, cores diferenciadas. O detalhamento está, em destaque, com a cor verde. Salientar o fato de a aluna estabelece como proposta a alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias – importante explicar aos leitores do blog da Gazetaweb que as peças orçamentárias são leis votadas pelo Congresso Nacional e que, nesse caso, a alteração deveria ser no Plano Plurianual como proposta de longo prazo que perpassa todo o tempo de um governo ao longo de 4 anos.

 

 

  • COMPETÊNCIA I = 200 PONTOS

O texto revela excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa, pois sua estrutura sintática está completa (sem truncamentos) onde as ideias da Duda foram reproduzidas com clareza e promoveu uma leitura fluida.

COMPETÊNCIA II = 200 PONTOS

O texto deve ser avaliado com 200 pontos por apresentar argumentação consistente a partir de um repertório sociocultural produtivo (“filósofo Thomas Morus” e a “visão sociológica de  Stanley Cohen e Zygmunt Bauman).  Apresenta um excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo com proposição e de conclusão de ideias.

COMPETÊNCIA III = 200 PONTOS

Em defesa do ponto de vista de que “segurança pública não é plenamente concretizada e os índices de violência aumentam exorbitantemente, sobretudo no Brasil”, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto e ao recorte escolhido. Nos parágrafos de desenvolvimento articulam a temática de que há a negligência premeditada do Estado, uma vez que é perceptível a elevação da apreensão e do medo como mecanismo de exercício de poder e controle sobre as massas. Em seguida, de modo consistente, argumenta que a crise na Segurança Pública brasileira não é uma falha, mas sim um projeto. O texto, claramente, configura autoria e não se enquadra no nível 4.

  • COMPETÊNCIA IV = 200 PONTOS

O texto possui partes muito bem articuladas e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, como se pode verificar na utilização de anáfora (“a qual”, 2º parágrafo) e conjunções (“logo” e “todavia”, 1º parágrafo; “portanto”, 2º parágrafo, entre outros no decorrer da dissertação). Por não apresentar inadequações na articulação entre as partes do texto, a redação não poderia ser avaliada como sendo de nível 4.

  • COMPETÊNCIA V = 200 PONTOS

O texto enquadra-se no nível 5, porque apresenta proposta de intervenção relacionada ao tema, muito bem elaborada e articulada com os argumentos desenvolvidos. Há menção do agente diferenciado que pode intervir na melhoria no setor educacional (por meio de palestras ministradas por especialistas na área). A proposta apresenta os quatro elementos essenciais com o seu devido detalhamento.  O texto não pode ser enquadrado no nível 4, em razão do grau de detalhamento da proposta de intervenção.

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Redação da aluna Marília de Araújo – Saber em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     19 de julho de 2018   │     14:10  │  0

Apresentamos hoje, em nosso blog, mais uma incrível produção de uma de nossas alunas do Projeto Redação em Debate: Marília de Araújo. Confiram a seguir uma das temáticas abordadas em nosso projeto e como nossa aluna conseguiu desenvolver seu texto utilizando as ferramentas de síntese e produção aprendidas em sala de aula:

Redação da aluna Marília de Araújo:

 

 

Na série,“The Handmaid’s Tale”, uma facção católica toma poder dos Estados Unidos e os direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais -chamados de traidores de gênero“-são extintos e muito deles são assassinados. Fora das telas, as minorias sexuais, no Brasil, encontram-se, apesar das poucas conquistas, em situação de vulnerabilidade, visto que o discurso de ódio contra esses grupos ainda se faz presente. Nesse sentido, além do preconceito enraizado, a negligência estatal junto à ausência de uma educação inclusiva, fazem com que a população LGBT sofra com diversas formas de hostilidade.

 O que a Marília fez?

Com a divisão em três períodos, a introdução inicia-se com visão cultural do seriado ,“The Handmaid’s Tale” quando evidencia a extinção dos direitos e  os assassinatos de gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais.  No segundo período,  Marília contextualiza com a Visão Universalista ao expor que as minorias sexuais ,na contemporaneidade,  ainda se encontram em situações de vulnerabilidade.  E o terceiro período é a apresentação das teses.

 

Consoante a filósofa alemã Hannah Arendt, a violência, por estar tão concretizada na sociedade, normalizou- se – algo que não deveria acontecer. Com isso, nota-se que, em uma realidade composta por um corpo social dominado pela heteronormatividade, muitos indivíduos vão de encontro aos princípios da liberdade sexual e, além de violentar quem foge dos padrões, alimentam o pensamento desumano de que os diferentes devem ser exterminados. Tais ideias persistem porque, assim como o tabu existente em torno da sexualidade, questão que é escassamente discutida, há a banalização dos atos repreensivos contra essas minorias, o que inviabiliza a resolução dessa mazela social.

 O que a Marília fez?

Marília mostra uma realidade composta por um corpo social dominado pela heteronormatividade, muitos indivíduos vão de encontro aos princípios da liberdade sexual. O primeiro desenvolvimento trouxe a VISÃO FILOSÓFICA de Hannah Arendt,  ao dar mais consistência argumentativa para sua defesa. Além disso, evidencia o tabu existente em torno da sexualidade, questão que é escassamente discutida e critica também a falta de resolução dessa mazela social e , assim, configura autoria.

 

Somado a isso, é válido salientar que a inoperância do Estado em relação ao acesso à informação contribui veementemente para que esse cenário permaneça estático. Isso porque, se a problemática é tratada com invisibilidade, pouco se faz para que educação brasileira, no que diz respeito à diversidade sexual, seja remodelada e, consequentemente, o discurso de ódio permanece. Além disso, observa-se que, apesar de o Brasil ser um estado laico, a prática deturpa a teoria, uma vez que grupos religiosos do Congresso Nacional, por exemplo, censuram menções às categorias “ gênero “ ou “ orientação sexual “. Diante disso, fica evidente a carência de políticas de diversidade intervenções culturais que apliquem o devido reconhecimento aos LGBTs, os quais ainda vivem em situação de abandono.

 O que a Marília fez?

Com a reafirmação da 2ª tese, no desenvolvimento, que a inoperância do Estado em relação ao acesso à informação contribui veementemente para que esse cenário permaneça estático, de forma de que o problema é tratado com invisibilidade, até no âmbito educacional. Configurou-se autoria ao mostrar os resultados da problemática argumentada, com excelente defesa do seu ponto de vista.

 

Logo, é imprescindível que o Ministério da Educação promova a ampliação do acesso à informação, por intermédio de palestras ministradas por psicólogos e doutores dos estudos de gênero, com o intuito de desconstruir discursos repulsivos contra minorias sexuais. Ademais, cabe ao Poder Executivo facilitar, a nível municipal, as denúncias de agressões por homofobia, por meio da criação de ouvidorias, com a especialidade da punição aos que cometem crimes de ódio, a fim de desbanalizar a violência sofrida por esses indivíduos.

 

 O que a Marília fez?

Marília apresentou proposta de intervenção com os 4 elementos essenciais e com o devido detalhamento. De forma lúdica, percebe-se que foram usadas, para cada elemento essencial, cores diferenciadas. O detalhamento está, em destaque, com a cor roxa. O primeiro período configura progressão da C3.

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Redação do aluno Alan Nabor – Saber em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     19 de junho de 2018   │     20:26  │  0

Mais uma nova postagem em nosso blog, agora com o aluno nota 1.000 no ENEM: Alan Nabor. Buscando novos objetivos junto ao nosso projeto, Alan recheia nossas semanas com seus incríveis materiais. Essa semana, como fora realizado com diversos outros alunos e alunas, apresentamos sua redação, sobre uma temática debatida em sala de aula, e corrigida por nossa exclusiva equipe de professores. Confira a seguir o texto:

TEMA: O papel social da arte: desenvolvimento e inclusão social

Nota: 920 pontos

 

“Imagina como seria o nosso querido Brasil se, na matéria estudantil, se incluísse a poesia; se nosso prato do dia fosse o verso dum poeta, uma dieta seleta pra deixar a mente sadia”. Na poesia “Imagina como seria”, o rapper brasileiro Fábio Brazza enaltece o papel da literatura na formação sociocultural do indivíduo, desde a sua infância. Nessa lógica, percebe-se que a arte tem participação direta no desenvolvimento e no progresso civil, bem como na ratificação da inclusão social.        

No período da Ditadura Militar, no Brasil, a música teve papel fundamental — nas vozes de artistas como Chico Buarque, Jorge Bem e Gilberto Gil — nas manifestações contra a opressão da censura. Hoje é evidente que, naquele contexto, o samba e a bossa-nova — dentre outros seguimentos artísticos — foram de suma importância para dar suporte ao movimento anti-ditatorial. É possível notar, portanto, que o processo de concepção da arte não só aguça a criticidade do artista, como também lhe dá aptidão para utilizá-la como arma ideológica, com o fim de alcançar mudanças significativas no cenário sociopolítico de uma nação.

Além disso, a arte se revela como uma ferramenta indispensável à concretização da sociabilidade, visto que representa a exteriorização de ideais e pensamentos antes conservados no intelecto humano. Nesse sentido, a produção artística, uma vez disseminada, possui potencial de inclusão social — resultante da integralização promovida pelo compartilhamento de ideias —, além de ser uma extensão da natureza racional, capaz de ser concebida por qualquer indivíduo, conforme afirma o filósofo Aristóteles, ao defini-la como o preenchimento das lacunas naturais.

Logo, é necessário que o Ministério da Educação, em ação conjunta com grupos artísticos variados, implemente maior dinamismo ao estudo regular da arte nas escolas, mediante participação mais ativa do estudante, a fim de criar interesse nesse público pelo ofício e, assim, projetar uma sociedade de visão mais crítica e percepção de mundo desenvolvida. É imprescindível, ainda, que o Ministério da Cultura se una às prefeituras e, juntos, explorem mais intensamente a arte nas cidades, por meio da construção de centros culturais para a exposição de artistas que queiram disseminar seu trabalho — como em saraus —, o que propiciará inclusão pela exposição da arte, além da valorização desta.

ESPELHO DA REDAÇÃO – COMENTADO

  • COMPETÊNCIA I = 180 PONTOS

A redação demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. Observa-se desvio no uso abusivo dos travessões ( nota-se no primeiro desenvolvimento essa falha em destaque na redação). Percebe-se que a grafia da palavra antiditatorial não está de acordo com o novo acordo ortográfico brasileiro. Também, há ausência do uso da vírgula no primeiro desenvolvimento; “no Brasil” que deveria estar entre vírgulas. O texto não pode ser avaliado no nível 5, pois apresenta mais de dois desvios.

 

  • COMPETÊNCIA II = 200 PONTOS

A redação foi avaliada no nível 5 da Competência II, pois apresenta as três partes do texto dissertativo-argumentativo, abordagem completa do tema e repertório sociocultural produtivo, ou seja, os argumentos consistentes utilizados são legitimados pelas áreas do conhecimento e contribuem para a argumentação proposta ( “compositores brasileiros com a alusão à Ditadura Militar e a filosofia de Aristóteles”). O texto apresenta um excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo com proposição, argumentação e conclusão.

  • COMPETÊNCIA III = 180 PONTOS

Atribuiu-se a pontuação 180, pois essa  redação  é organizada e apresenta informação, fatos e opiniões desenvolvidos de forma consistente e estratégica. Porém, há falha quanto aos indícios de propostas de intervenção na C3, ou seja, ao invés de argumentar mais e de  problematizar, Alan trouxe soluções. A primeira impressão que temos ao ler essa redação é de que seu projeto de texto é claro, como já nos é apresentado na introdução do texto. O texto , configura autoria.

 

  • COMPETÊNCIA IV = 200 PONTOS

Na redação que foi avaliada no nível 5 da Competência IV, os mecanismos linguísticos garantem a articulação das partes textuais, ao construir uma boa tessitura coesiva no interior e entre os parágrafos do texto. Há um repertório bastante diversificado de recursos coesivos, a partir do qual a coesão referencial e a sequencial garantem a continuidade e a unidade textual. Não há, ao longo do texto, inadequações e repetições. Por esses motivos, a redação deve ser avaliada no nível 5.

 

  • COMPETÊNCIA V = 160 PONTOS

A redação encaixa-se no nível 5, visto que a proposta de intervenção é relacionada ao tema,  bem elaborada e articulada à discussão desenvolvida no texto, descartando-se, assim, a atribuição do nível 4. Há menção dos 4 elementos essenciais, porém não há detalhamento claro para essa proposta! Detalhe mais!

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