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Redação da aluna Ana Laura – Redação em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     23 de abril de 2018   │     21:09  │  0

O Projeto Saber em Debate apresenta, nessa segunda-feira, mais uma incrível redação de uma de nossas alunas e também monitora do projeto. Ana Laura Oliveira produziu um incrível texto sobre mais uma das temáticas abordadas em sala de aula. Confiram agora essa incrível produção:

Redação da aluna Ana Laura Oliveira:

Introdução

Fragilidade da luta por direitos

Dada a responsabilidade do zelo por princípios equitativos, o artigo 6º da Constituição denota a premissa da conservação de uma saúde plena, com a disponibilidade de serviços públicos de qualidade. Embora seja parte intrínseca ao desenvolvimento, é notório que, no Brasil, o sistema público de saúde não dispõe de mecanismos abrangentes em razão de um Estado omisso, além de uma sociedade a qual não se mobiliza, visto que muitos possuem planos médicos privados. Nessa vista, é importante tratar a saúde pública como prioridade para o avanço social, bem como empoderar os indivíduos à cobrança e à fiscalização da atividade estatal.

Desenvolvimento 1

Em alusão às ideias do filósofo contratualista Jean-Jacques Rousseau, o Estado foi criado para regular a harmonia social, na medida em que estabelece condições passíveis ao avanço. No entanto, os entraves políticos e o esquecimento de pautas médicas levaram a sociedade a uma crise na saúde pública em que a democracia foi prejudicada, haja vista a inaptidão do Sistema Único de Saúde ao atendimento célere e eficaz. Por isso, a máquina estatal permanece omissa em relação à preocupação social, sobretudo às camadas mais baixas que, por razões econômicas, permanecem à margem da inclusão aos direitos humanos.

Desenvolvimento 2

Além disso, a escassa mobilização social no tocante à cobrança pela qualidade dos serviços públicos expressa o baixo engajamento desse meio, o que se deve ao descrédito dado aos representantes, assim como à abstenção que uma parcela sofre pela adesão a planos privados, o que reduz a sua participação em movimentos sociopolíticos. Dessa forma, as relações dos indivíduos com os conflitos da saúde mantêm-se fragilizadas, o que intensifica o fenômeno da conformidade que é vista aos moldes da deturpação dos impostos para sua real aplicação: a garantia dos direitos inalienáveis aos seres humanos.

Conclusão

  1. Ideia Geral de retomada
  2. Pequeno detalhamento de proposta
  3. Complemento citando um pensador

Logo, a saúde pública é essencial para o desenvolvimento de uma sociedade, com a efetivação da dignidade e da cidadania. Para isso, é importante que o Estado invista no SUS e na capacitação de profissionais da saúde, tanto no atendimento quanto na excelência do serviço, com o fito de possibilitar a cooperação à isonomia. Também, os indivíduos devem participar ativamente na busca por uma saúde plena que abranja a todas as pessoas, para solidificar a ideia sociológica de Thomas Marshall no que se refere à luta por direitos.

Foto da aluna:   

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Redação da aluna Amanda Bandeira – Saber em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     20 de abril de 2018   │     14:02  │  0

Retomamos nossas postagens hoje com uma incrível produção de uma de nossas alunas do Projeto! Conheçam hoje o texto de Amanda Bandeira sobre a temática “A publicidade e os desafios de um consumo consciente”:

 

Texto da aluna Amanda Bandeira:

 

Sob os ditames precedidos pelo sociólogo Zygmunt Bauman, a sociedade de consumo ganha importância na formação e no fortalecimento das nossas identidades e na construção das relações sociais. Nesse âmbito, é cognoscível uma alienação social, por meio da publicidade, o nulismo ambiental. Dessa forma, é imprescindível diminuir o consumo predatório, bem como intensificar a consciência sustentável.

A princípio, com a paráfrase do artigo 225 da Constituição Federal de 88, o meio ambiente ecologicamente equilibrado é um direito de todos. Não obstante, o consumo irracional acarreta uma utilização insana dos recursos naturais, o que suscita o desequilíbrio exploratório. Tal ação desenfreada e irresponsável é autoria da publicidade, visto que, apesar da fiscalização feita, pelo CONAR, não tem, de uma maneira plangente, uma lei específica para regulamentação.

De forma análoga, a não consciência ecológica suscita o consumo que gera impactos ambientais, visto que a maior quantidade de bens resulta em um maior patamar social, o que facilita, de modo vão, em uma busca crescente na aquisição desnecessária.

Destarte, é sine qua non que o Poder Legislativo atue na regularização publicitária, mediante criação de uma lei que torne a propaganda como informação sobre o produto com com suas características reais ao invés de usar subterfúgios para convencer o comprador, com fito de diminuir o consumo irrefreado. Outrossim, o Ministério da Educação e as mobilizações midiáticas precisam desalienar a sociedade de consumo, por intermédio da criação de uma consciência ecológica, por meio de palestras (em escolas) e programas (em televisões) que mostrem a importância de um menor consumo, para que, dessa forma, a publicidade não aja como um óbice de um consumo consciente, e, assim, não ocorrer coletividade, descrita por Zygmunt Bauman.

  Nota Final da Aluna: 960 pontos

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Técnicas de Introdução – Redação em Debate 2
   Luiz  André Medeiros  │     10 de abril de 2018   │     11:53  │  0

Nosso Projeto não apenas destaque nas produções para o ENEM. Nossas ferramentas textuais de produção e os debates realizados em sala de aula produzem em nossos alunos um senso crítico afinado para os mais diversos temas englobados no cenário das redações dos vestibulares pelo Brasil. Confira abaixo mais uma produção destinada ao vestibular de medicina do CESMAC:

                                             Fragilidade da luta por direitos

Dada a responsabilidade do zelo por princípios equitativos, o artigo 6º da Constituição denota a premissa da conservação de uma saúde plena, com a disponibilidade de serviços públicos de qualidade. Embora seja parte intrínseca ao desenvolvimento, é notório que, no Brasil, o sistema público de saúde não dispõe de mecanismos abrangentes em razão de um Estado omisso, além de uma sociedade a qual não se mobiliza, visto que muitos possuem planos médicos privados. Nessa vista, é importante tratar a saúde pública como prioridade para o avanço social, bem como empoderar os indivíduos à cobrança e à fiscalização da atividade estatal.

 
Em alusão às ideias do filósofo contratualista Jean-Jacques Rousseau, o Estado foi criado para regular a harmonia social, na medida em que estabelece condições passíveis ao avanço. No entanto, os entraves políticos e o esquecimento de pautas médicas levaram a sociedade a uma crise na saúde pública em que a democracia foi prejudicada, haja vista a inaptidão do Sistema Único de Saúde ao atendimento célere e eficaz. Por isso, a máquina estatal permanece omissa em relação à preocupação social, sobretudo às camadas mais baixas que, por razões econômicas, permanecem à margem da inclusão aos direitos humanos.

 
Além disso, a escassa mobilização social no tocante à cobrança pela qualidade dos serviços públicos expressa o baixo engajamento desse meio, o que se deve ao descrédito dado aos representantes, assim como à abstenção que uma parcela sofre pela adesão a planos privados, o que reduz a sua participação em movimentos sociopolíticos. Dessa forma, as relações dos indivíduos com os conflitos da saúde mantêm-se fragilizadas, o que intensifica o fenômeno da conformidade que é vista aos moldes da deturpação dos impostos para sua real aplicação: a garantia dos direitos inalienáveis aos seres humanos.

 
Logo, a saúde pública é essencial para o desenvolvimento de uma sociedade, com a efetivação da dignidade e da cidadania. Para isso, é importante que o Estado invista no SUS e na capacitação de profissionais da saúde, tanto no atendimento quanto na excelência do serviço, com o fito de possibilitar a cooperação à isonomia. Também, os indivíduos devem participar ativamente na busca por uma saúde plena que abranja a todas as pessoas, para solidificar a ideia sociológica de Thomas Marshall no que se refere à luta por direitos.

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Técnicas de Introdução – Redação em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     26 de março de 2018   │     6:22  │  2

Como fazer uma introdução se tornar envolvente e tão atraente ao ponto de incentivar o leitor a continuar lendo seu texto, independente do tema? Preste atenção!  Você nunca terá uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão.

Iniciar com Visão Universalista

Visões Universalistas , quando bem escritas, tem o poder de criar conexões em grande profundidade. Ao usar essa técnica, você pode falar de como é a situação em um determinado contexto histórico ou sociocultural e a partir daí fazer uma comparação com a contemporaneidade no Brasil. Isso demonstra um bom repertório cultural já no início do texto, o que é muito desejável em sua redação. Veja o exemplo da redação abaixo, em que o aluno usa o Imperativo Categórico de Immanuel Kant para dar maior credibilidade para suas teses. As Visões Universalistas resumem grandes conceitos em pequenas, mas poderosas palavras.

ALUNO: OTACYLIO NICACIO

Tema – O equilíbrio exploratório depende da consciência como tarefa coletiva da humanidade.

Sob os ditames da Constituição Federal, no seu artigo 225, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. No entanto, percebe-se que, no contexto mundial, existe uma série de erros no tocante à consciência ecológica, os quais têm permitido o desequilíbrio ambiental, por causa das explorações irrefreados dos recursos naturais. Nesse âmbito, evidencia-se a falta de estímulo à compreensão ecológica, bem como a ausência de um novo modelo que intervenha na natureza de forma positiva.”

Nossa estratégia introdutória pode – e deve – ser assimilada pelos alunos, a fim de que as funções da Introdução sejam cumpridas com a maior eficiência possível e que a banca examinadora possa observar o texto com bastante “simpatia” (lembre-se: a primeira impressão conta muito!).

Em primeiro lugar, entenda que a sua introdução apresentará 3 períodos:

1º período: VISÃO UNIVERSALISTA;

2º período: APRESENTAÇÃO DO TEMA;

3º período: APRESENTAÇÃO DOS ARGUMENTOS/ TESE– DEFESA DO PONTO DE VISTA.

ALUNO: LARA LOBO CAMARGO

Tema –  A igualdade econômica ainda é um valor a ser perseguido no Brasil

             Em coadunação com o exporto no 3º artigo da Constituição Federal, é objetivo da República Federativa do Brasil promover a formação de uma sociedade livre, justa e solidária. Entretanto, a corrompida igualdade econômica da maioria populacional perpetua, exponencialmente, a impossibilidade de garantia da dignidade humana. Nesse sentido, é primordial o respeito às normas constitucionais, assim como uma reivindicação jusnaturalista mediante cooperação popular.

ENTENDA O QUE SIGNIFICA CADA PERÍODO:

1º período: VISÃO UNIVERSALISTA

Aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento: pontuando este aspecto, a banca examinadora e elaboradora do ENEM quer dizer que busca textos que mostrem que os seus autores sabem estabelecer relações entre o tema proposto e outras áreas do conhecimento correlacionadas, que consigam expandir seus horizontes e não apenas ficar no senso e no lugar comum.  Os tipos são diversos, e entre eles destacam-se: a introdução por base histórica, a alusão a situação concreta… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

 

ALUNA: GABRIELLY MARINHO

Tema – A cidadania como geradora de políticas públicas no Brasil 

A Constituição Federal de 1988 estabelece a cidadania como um dos princípios fundamentais, logo, é direito e dever da população atuar politicamente para manutenção das engrenagens sociais. Entretanto, percebe-se que, no Brasil, a falta de participação do povo expressa a decadência da cidadania e a necessidade de restauração. Sob essa conjuntura, é necessário analisar o defasado modelo educacional, bem como a mínima abertura política oferecida pelo Estado.”

2º período: APRESENTAÇÃO DO TEMA

A explicitação do tema, ressaltando a relevância da questão em debate. Essa função é sobremaneira importante, uma vez que é a partir dela que o enunciador revela para a banca ter compreendido integralmente a proposta.

TEMA: “RESPEITO X TOLERÂNCIA: UM DRAMA DA SOCIEDADE ATUAL”.

ALUNA:  ANA LAURA DE OLIVEIRA

“Com a intenção de findar e de harmonizar o pacto social, o filósofo grego Sócrates, o pai da Ética, depreende que uma sociedade deve pautar-se sob a moral, em que serve de pilar às atitudes humanas. Todavia, no Brasil, há um conflito baseado no esquecimento do respeito nas relações atuais, primordialmente, o que gerou intolerância acerca de determinados segmentos, como orientação sexual e religião, ao dividir opiniões e conceitos interpessoais. Nessa perspectiva, é fundamental criar uma perspectiva harmoniosa entre as pessoas, mediada pelo respeito, bem como concretizar direitos e deveres contidos na Constituição.”

3º período: APRESENTAÇÃO DA TESE – DEFESA DO PONTO DE VISTA

A tese é o ponto de vista do autor sobre o tema. Para fundamentar, teoricamente, a sua tese, o aluno fará uso de argumentos, fatos, exemplos, dados etc., na tentativa de convencer, persuadir o interlocutor a concordar com o seu pensamento crítico.

Uma introdução, para ser considerada excelente, deve conter um “algo mais”; ela deve ser capaz de atrair o leitor, atiçando sua curiosidade… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

Entende-se que a tese é a ideia central do texto, a partir da qual derivam os argumentos. Uma tese bem construída garante maior unidade à redação, facilitando o entendimento do leitor.

 

ALUNA: GABRIELE BEZERRA

Tema – A igualdade econômica ainda é um valor a ser perseguido no Brasil

A Luz da concepção filosófica “tomista”, os seres humanos são dignos da mesma condição ética e moral, mediante uma sociedade democrática. Contudo, a importância estabelecida pelo tomismo aos direitos econômicos, por exemplo, não é uniforme na civilização brasileira – a desigualdade é naturalizada e criminalizada. Portanto, faz-se primordial desenvolver a manutenção da cotidiana dignidade humana, assim como promover uma tributação que realiza a disparidade cívica.

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Técnicas e Ferramentas de Produção – Saber em Debate
   Luiz  André Medeiros  │     4 de março de 2018   │     18:09  │  2

Retomando nossas postagens no blog de redação mais completo do país trazemos, hoje, alguns exemplos de recursos utilizados para enriquecer a produção textual durante nossas aulas. Nosso diferencial está na forma de abordar as possíveis temáticas que poderão estar presentes nos mais diversos vestibulares que nossos alunos prestarão durante o ano. Para isso, o enriquecimento do texto através de um conteúdo único, produzido pelo professor Luiz André Medeiros, faz-se essencial para garantir bons desempenhos. Confira abaixo mais um de nossos materiais:

TESE PRINCIPAL

A participação cidadã é vista como um processo capaz de gerar uma nova dinâmica de organização social, fomentando a intervenção da população nas políticas públicas. Não se esgota dentro do projeto de governo, mas relaciona-se diretamente com questões amplas, tais como democratização, equidade social, cidadania e defesa dos direitos humanos. Neste sentido, requer a democratização do poder sobre o uso de recursos financeiros e sobre a definição e implementação de políticas públicas.

 

Visões Universalistas

Argumento Sociológico

O despertar da sociedade civil e a participação ativa de seus setores no processo de desenvolvimento da sociedade constituem fenômenos marcantes da história atual. A substituição das antigas formas paternalistas, autoritárias e clientelistas pelas práticas e processos democráticos, em que o cidadão passa a atuar, fiscalizar e tomar iniciativas, através de… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

Entendimento do Saber em Debate – Ser cidadão não se trata apenas de receber os benefícios do progresso, mas de tomar parte nas decisões e no esforço para sua realização – utilizar a noção de Capital Social de Robert Putnam e mostrar que, em lugar de ser tratado como objeto das atenções paternalistas dos donos do poder, o cidadão passa a ser reconhecido como sujeito histórico e protagonista… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

 

Argumento Histórico

No Brasil, o filósofo Francisco Weffort afirma que a luta pela consolidação da democracia participativa em nosso país se torna uma estratégia, utilizada pelos movimentos sociais, ONGs, igreja etc. para efetivação da cidadania e, consequentemente, a instalação de uma sociedade mais justa e igualitária.

Entendimento do Saber em Debate – Destacar que a participação veio a dar a tônica contemporânea da democracia no Brasil. Cumpre-se, portanto, examinar a participação popular enquanto requisito essencial à cidadania – enfatizar que… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

 

Teses para o Desenvolvimento

1ª Tese – Possibilitar maior acesso à educação

As inovações consagradas na Constituição de 1988 colocaram o Brasil como um dos países de legislação mais avançada, no que diz respeito à proteção aos direitos humanos econômicos, sociais e culturais. Contudo, essas inovações tendem a não surtir o efeito esperado, na medida em que a sociedade brasileira desconhece seus direitos e em que proporção eles são protegidos pelo Estado, permitindo que setores conservadores façam “tábua rasa” das conquistas sociais presentes no texto constitucional.

Interpretando o Texto – Trabalhe a tese de que, dessa forma, o primeiro passo a ser dado na construção de uma sociedade verdadeiramente democrática é possibilitar ao cidadão… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

2ª Tese – Ampliar a participação popular na gestão pública.

Extrai-se do sistema legal brasileiro os delineamentos de um Estado constitucional democrático mais conhecido como democracia participativa. Sem dúvida, a concepção que busca articular a democracia representativa com mecanismos de democracia… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

Interpretando o Texto – Destacar que só há participação popular efetiva quando existe democracia participativa, quando o cidadão pode apresentar e debater propostas, deliberar sobre elas e, sobretudo, mudar… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

Solução

O processo complexo e contraditório de relação entre sociedade civil, Estado e mercado. Neste processo, os atores redefinem seus papeis no fortalecimento da sociedade civil, através da atuação organizada dos indivíduos, grupos, associações, tendo em vista… (CONTEÚDO COMPLETO DISPONÍVEL EM NOSSO CURSO PRESENCIAL).

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